Quem percorre as páginas magistrais de A Lanterna na Popa, memórias do embaixador e economista Roberto Campos, percebe que o grande dilema brasileiro permanece substancialmente o mesmo: o conflito entre o Brasil produtivo — que madruga, investe, assume riscos e gera empregos — e o aparato burocrático que enxerga o empreendedor com desconfiança. [1]

Levantamentos divulgados pela Gazeta do Povo e boletins financeiros da Reuters demonstram que o capital humano e o talento criativo do brasileiro figuram entre os mais dinâmicos do mundo quando encontram regras claras e estabilidade institucional. Não é a tutela estatal que cria riqueza, mas a liberdade responsável aliada à confiança nos contratos. [2]

"A prosperidade de uma nação mede-se pelo respeito que suas leis devotam ao trabalho honesto, à poupança familiar e à palavra empenhada."

Fortalecer a cultura empreendedora e o respeito às instituições clássicas do direito privado é tarefa urgente de todos os que desejam ver o país florescer com dignidade e ordem. [3]